terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O "Vírus" da vida...


A monotonia sublime do jardim...
Gigantes de aço e vidro;
Fumaça, estrondos e devastação...
O martelo marca o compasso;
O ritimo monocromático,
Aquarela cacofônica, sinfonia assimetrica;
Desespero... Escravidão....
O refúgio é tênue, e, fugaz ilusão;
O uivo perene, a luz rubra....
Anoitece no jardim...
Sem primavera, sem verão....

-Fil...

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